12.02.26

Educação jesuíta forma estudantes do 3º ano do Ensino Médio aprovados em vestibulares e SISU 2026.1

Educação jesuíta forma estudantes do 3º ano do Ensino Médio aprovados em vestibulares e SISU 2026.1

O Colégio São Francisco de Sales – Diocesano consolida sua trajetória de excelência ao figurar como a quinta instituição de Teresina (PI) com melhor média no ENEM 2024, segundo dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). A instituição segue entre as cinco melhores escolas de Teresina no ENEM, segundo dados do INEP, e celebra um crescimento contínuo nos últimos anos, apresentando um avanço aproximado de +2,45% na média do exame desde 2022. O resultado reflete a participação expressiva dos estudantes concluintes do Ensino Médio e consolida a trajetória de evolução acadêmica construída pela escola.

O ranking nacional considera exclusivamente as médias das provas objetivas e da redação dos alunos que realizaram o exame.

Assim, inspirada nos princípios da educação jesuíta, que une excelência acadêmica, formação humana integral, discernimento e compromisso social, a turma do 3º ano do Ensino Médio de 2025 celebrou um resultado expressivo nos processos seletivos para o ensino superior.

A turma conquistou aprovações em vestibulares realizados antes do SISU 2026.1, além de vagas em universidades públicas e privadas de todo o país, com destaques em Medicina, Engenharias, Direito, Odontologia e áreas das Ciências Humanas e Tecnológicas.

Vestibulares antes do SISU 2026.1

SISU – 2026.1

Destaques em Redação

Formação que vai além dos números

O diretor geral, Prof. Julival Alves, destaca que os resultados alcançados pela turma são consequência de uma proposta pedagógica que compreende o estudante em sua totalidade. Ao refletir sobre a identidade da educação jesuíta, ele explica que sua essência está na formação integral — não restrita ao conteúdo acadêmico ou à carga horária, mas centrada nas experiências formativas, na espiritualidade, no desenvolvimento cognitivo, socioemocional e no compromisso com o outro. Segundo ele, essa perspectiva é determinante inclusive no processo de escolha profissional, pois orienta os jovens a buscarem não apenas realização pessoal, mas também responsabilidade social e presença consciente no mundo.

“Bem, primeiro é interessante colocar que a educação jesuíta, por excelência na sua origem, é uma proposta de educação integral. Não existe concepção de educação jesuítica que não pressuponha uma formação integral dos seus estudantes. Essa formação vai criando nos estudantes uma consciência da sua presença no mundo, da sua responsabilidade. Nunca é somente pelo dinheiro, nunca é somente por uma questão de status profissional, mas também por uma questão de realização pessoal. Como disse Padre Adolfo Nicolás, nós não formamos os melhores do mundo, formamos as melhores pessoas para o mundo. Formar pessoas melhores para um mundo melhor”, destaca.

A coordenadora do Ensino Médio, Prof.ª Daniely Monteiro, explica que a preparação para o ENEM não se limita ao domínio técnico do conteúdo, mas integra excelência acadêmica, equilíbrio emocional, escuta ativa e acompanhamento personalizado desde a 1ª série, promovendo conhecimento, estratégia e controle emocional como dimensões indissociáveis do desempenho.

“A proposta pedagógica do Colégio Diocesano, fundamentada na Pedagogia Inaciana, enxerga o estudante não apenas como um candidato a uma vaga na universidade, mas como uma pessoa em formação integral indo em busca da realização de seu projeto de vida. O desempenho no ENEM é um tripé formado por conhecimento, estratégia e controle emocional. Esse olhar humano de nossa preparação aos vestibulares retira o peso da ‘obrigação’ e coloca o ENEM como um rito de passagem natural e consciente”, adiciona.

A formação integral também é percebida pelas famílias. Lidiane Bezerra, mãe do estudante Gianlucca Calland, aprovado em Ciências Contábeis na UFPI, observa que o diferencial da educação jesuíta está no crescimento humano e emocional dos jovens. Segundo ela, mais do que preparação para provas, a escola promove maturidade, responsabilidade e confiança para enfrentar desafios, sendo algo que marcou profundamente sua família.

“Como família, a gente percebe que a educação jesuíta vai muito além do conteúdo. No Gianlucca e também nos colegas dele a gente vê um crescimento humano muito bonito, mais responsabilidade, mais maturidade, mais consciência das próprias escolhas deles. A escola não está formando só alunos para uma prova, mas pessoas para a vida, com valores, propósito e coragem para pensar no futuro”, traz a tona.

Em outro momento, Lidiane reforça que a educação jesuíta foi uma base fundamental na formação do filho, perceptível nas decisões que ele toma, nas escolhas que faz e na personalidade que construiu ao longo do tempo. Ela afirma que o processo não se limitou ao aprendizado de conteúdos, mas envolveu responsabilidade, posicionamento e visão de futuro. Como mãe, diz sentir tranquilidade e orgulho ao perceber que ele foi preparado não apenas para uma prova, mas para a vida. Também manifesta gratidão à instituição e aos colaboradores e destaca que a experiência foi tão significativa para a família que influenciou a decisão de manter as outras duas filhas concluindo a formação acadêmica no Diocesano.

Entre os estudantes, a vivência dessa formação ganhou um significado ainda mais concreto na trajetória de João Marcos de Sena, bolsista do Colégio Diocesano, aprovado em Odontologia pela UFPI no SISU 2026.1, com 960 na Redação. Ele relata que o início do terceiro ano foi marcado por ansiedade e inseguranças, mas que encontrou na bolsa de estudos e nos programas pedagógicos da escola o suporte necessário para evoluir academicamente e emocionalmente.

Segundo ele, a evolução na redação foi resultado de prática constante, correções detalhadas e autonomia no processo de aprendizagem. O jovem também destaca que o cuidado com a saúde mental e o incentivo ao trabalho colaborativo foram diferenciais decisivos durante a preparação.

“Quando comecei o terceiro ano, veio uma ansiedade generalizada, porque qualquer coisa era motivo de medo. Fui um aluno bolsista. E muita gente acha isso motivo de piada e chacota. Mas eu tenho esse título com orgulho. A assistência da Bolsa foi de suma importância para minha vida. Digo que usei e abusei tudo o que podia, especialmente do Diolab. Depois de tantas vezes tendo uma nota travada, eu comecei a entender mais a redação, passando a atingir novos patamares. 920, até chegar a 960. A qualidade sempre supera a quantidade. E a escola incentivava as pessoas a crescerem juntas, em harmonia. Sou grato à instituição do Colégio Diocesano pela minha aprovação em Odontologia na UFPI”, finaliza.

Novas perspectivas para 2026

Diante dos resultados alcançados, o Colégio Diocesano projeta 2026 como um ano de consolidação e novos avanços. A instituição pretende intensificar as estratégias pedagógicas personalizadas, ampliar os espaços de escuta e fortalecer ainda mais a cultura do estudo e do protagonismo juvenil.

A meta não se restringe a posições em rankings, mas à formação de estudantes cada vez mais conscientes, resilientes e preparados para os desafios acadêmicos e profissionais. Mantendo o compromisso com a Pedagogia Inaciana, a escola reafirma sua missão de continuar formando pessoas competentes, compassivas, conscientes e comprometidas com a transformação da sociedade.

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