Alunos do Diocesano participam da Simulação das Nações Unidas para Secundarias

09/06/2017 11:14:40 - Atualizada em 16/06/2017 11:25:19 - Por Camila Oliveira

Seis alunos que cursam a 3ª série do Ensino Médio no Colégio Diocesano participam, pela primeira vez, da Simulação das Nações Unidas para Secundarias (Sinus), em Brasília. O evento acontece desde 2012, e é organizado pela Universidade de Brasília (UnB). A proposta é unir estudantes secundaristas de todo o Brasil para simular o processo de tomada de decisões da Organização das Nações Unidas (ONU). Este ano, a Sinus acontece entre os dias 14 e 18 de junho e tem como tema “Compartilhando cuidados na transformação da sociedade”.

João Manoel Rodrigues, Raian Castelo Branco, Leandra Lohana, Ellen Oliveira, Bárbara Lis e Maria Carolina Vasconcelos, irão representar o Canadá em quatro comitês diferentes. Na Organização Internacional do Trabalho (OIT), estudantes discutirão sobre abuso sexual e moral no ambiente de trabalho; No Conselho dos Direitos Humanos (CDH), será discutido a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo; Na Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o debate é gênero e sexualidade nas escolas; E a Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), abordará políticas de acolhimento de refugiados.

Pela primeira vez, alunos do Diocesano participam do evento.

Os alunos precisam se inteirar sobre as posições do país que representam a respeito dos assuntos que serão discutidos no evento. “Já estamos preparando os Documentos de Posição Oficial, os DPOs, do Canadá. Nele colocamos o que o país tem manifestado sobre os temas e lá podemos chegar a outras conclusões ao debatermos com outras nações”, comenta Ellen. “É interessante porque as vezes a opinião do país não condiz com a sua, mas você tem que defender aquele ponto de vista”, ressalta João Manoel. Ao chegar a um consenso sobre os assuntos durante os debates nos comitês, os estudantes elaborarão projetos com propostas de solução que serão enviados à União Européia.

Quase todos os alunos do grupo têm o objetivo de seguir carreira nas áreas de Direito ou Relações Internacionais. “Essa experiência vai contar muito pro currículo de todos. E por serem temas internacionais e muito atuais, vai ajudar muito na redação do Enem”, avalia Raian. “Ainda não decidi que curso quero fazer, mas, de qualquer forma, é uma bagagem cultural muito grande. Possibilita enriquecer nossos pontos de vista ao conhecer o que os outros pensam e tendo que estudar e defender opiniões com as quais você não concorda”, salienta João Manoel.  

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