A importância de criar e manter o hábito de estudo

10/08/2018 11:31:00 - Atualizada em 11/08/2018 07:51:19 - Por Camila Oliveira

                É fundamental desenvolver o hábito de estudar diariamente para ter um bom desempenho sem dificuldades. Engana-se quem pensa que esse hábito será útil apenas enquanto estiver na escola. Na vida adulta, várias conquistas só são possíveis com muita dedicação para aprender. Por isso, no Dia do Estudante, o Colégio Diocesano traz dicas sobre como criar e manter o hábito de estudo.

                Hábito é um comportamento aprendido e repetido frequentemente sem a necessidade de que o cérebro se esforce para isso.  “Seria muito difícil realizarmos atividades cotidianas, como escovar os dentes, se todas as vezes precisássemos pensar sobre isso”, afirma a orientadora educacional da 3ª série do Ensino Médio do Diocesano, Lorenna Munise.

                Transformar comportamentos em hábitos torna menos custoso repeti-los. “Se torna mais leve e, dessa forma, as pessoas acabam internalizando a importância do estudo”, ressalta a orientadora educacional da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio do Diocesano, Fernanda Rufino. Segundo ela, o segredo para tornar mais fácil pôr em prática o hábito de estudo é compreender a relevância dessa atitude para a vida. “Não adianta criar por criar o hábito”, enfatiza.


             Os pais podem e devem auxiliar a adoção desse hábito pelos filhos desde a infância. “O primeiro passo é criar um ambiente de estudo”, explica Fernanda. No trabalho com crianças, é importante usar a ludicidade para que desde cedo elas entendam que estudar pode ser leve e agradável.  Além disso, é fundamental acompanhar o momento de estudo e ser um exemplo para os filhos. “Gradativamente, a criança vai avançando e se familiarizando com o conteúdo, começa a gostar de ler, de ter o próprio espaço de estudo e isso ajuda, inclusive, a se organizar mentalmente”, complementa Fernanda.

“É fundamental a organização dos objetos materiais utilizados no momento do estudo, mas também uma organização psicológica para que a pessoa se disponha para aquela atividade”, ressalta Lorena. Além disso, é preciso saber dosar o uso de aparelhos eletrônicos, que podem ser uma atraente distração. É necessário equilibrar a rotina, inserindo momentos de relaxamento sem deixar de lado os estudos.

           Para começar, Lorena indica que o hábito seja inserido aos poucos no cotidiano. “Se alguém que não costuma estudar decide iniciar com uma carga horária muito extensa, além de ser muito difícil cumprir o proposto, a probabilidade dessa pessoa desistir é muito alta”, comenta. Segundo Fernanda, “é preciso estabelecer uma meta de estudo real. De acordo com a resposta de cada pessoa aos horários definidos, é preciso reavaliar e, com o tempo, a meta vai tornando-se mais complexa”. 

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